Foram 12 semanas e eu nem percebi o tempo passar. O que está acontecendo com 2009? Ok, vamos para a retrospectiva:
A solução para blogueiros e designers sem inspiração e mais tutoriais e geradores. (Inspiração #0, o post que deu origem a idéia)
20 blogs/sites com design imitando papel. (Inspiração #1)
Como transformar fotos em quadrinhos. (Inspiração #2)
70 feeds para blogueiros e designers. (Inspiração #3)
O design dos games entre 1990 e 2009. (Inspiração #4)
Encontrando imagens nas dimensões exatas. (Inspiração#5)
30 incríveis portfólios de designers. (Inspiração#6)
A arte de Tebe Interesno. (Inspiração #7)
Especial Helvetica, o filme. (Inspiração #8)
25 fontes que você vai querer, ou não. (Inspiração #9)
Aprenda Illustrator CS3, ou não, em 30 dias. Tutoriais em inglês. (Inspiração #11)
50 incríveis efeitos para photoshop com um único clique. (Inspiração #12)

Essa sequência de efeitos no banner não foi feita com plugins para Photoshop, mas sim com um simples arquivo, onde estão armazenadas várias Actions.
O arquivo foi disponibilizado pelo designer Manicho. Clique e faça o download:

Para usá-las, caso você não saiba, siga as instruções:

Nas imagem acima, após abrir qualquer imagem, vá em Load Actions e selecione o arquivo que você baixou. Execute a Action clicando no play.

Primeira semana
Dia 1: O que é o Illustrator
Dia 2: Iniciando no Illustrator
Dia 3: Desenhando Formas Básicas
Dia 4: Desenhando com a Pencil Tool
Dia 5: Desenhando com a Pen Tool
Dia 6: Curtir o fim de semana
Dia 7: Curtir o fim de semana
Segunda semana
Dia 8: Usando Brushes
Dia 9: Criando Paths Compostos
Dia 10: Trabalhando com Cores e Bordas
Dia 11: Editando Objetos, Camadas e Grupos
Dia 12: Tranparência e Estilo Gráfico
Dia 13: Fim de semana
Dia 14: Yes Weekend
Terceira Semana
Dia 15: Transformando e Movendo Objetos
Dia 16: Texto Básico
Dia 17: Misturando Formas e Cores
Dia 18: Foto-realismo com Gradient Mesh
Dia 19: Usando a Symbol Tools
Dia 20: Intervalo
Dia 21: Intervalo
Quarta semana
Dia 22: Criando efeitos especiais
Dia 23: Aplicando 3D Extrude & Bevel
Dia 24: Distorcer usando Warp Effects
Dia 25: Aplicando Live Paint
Dia 26: Máscaras Usando Clipping Path/ Opacity Mask
Dia 27: Descanso
Dia 28: Descanso
Dia 29: Salvando e Imprimindo
Dia 30: Projeto Final – Criando um Logo
Conheça o trabalho de gente talentosa que pode ser encontrada no DeviantArt. Eu selecionei apenas alguns exemplos, o importante aqui é divulgar o próprio Deviant para quem ainda não conhece. A seleção que eu fiz não chega nem perto de 1% dos trabalhos que você pode encontrar no site.
E não, eu não selecionei só imagens de quadrinhos.

WS Watchmen por JPRart
Uma lista não exatamente bem organizada, passando por Grunge, Big, Bold Headlines e Modern Design Trends. Um sufoco para conseguir postar isso hoje.
Todas a fontes com link para download na continuação do post.
P.s.: caso o blog continue com problemas de desempenho, alguns bugs durante a navegação, por favor avise nos comentários. Desde já agradeço.
Desde o aviso na semana passada foi uma correria para conseguir converter o vídeo em alta resolução e deixá-lo online para quem quiser assistir. Na continuação do post você pode assistir na íntegra.
Helvetica, o filme é um documentário que dismistifica muita coisa sobre a fonte considerada a mais famosa no mundo. Assistindo as entrevistas você começa a entender facilmente quando iniciou a necessidade de usar Helvetica e quando iniciou o ódio a tudo que traz essa fonte.
Mostrar que a fonte foi criada por Max Miedinger e Eduard Hoffmann em 1957 e não só por Miedinger foi essencial para dar os devidos créditos a Hoffmann. Miedinger e Hoffmann criaram-na para a Haas Type Foundry em, Münchenstein, na Suíça, sendo comercializada pela Linotype em 1961 no mundo todo.
O filme não é destinado apenas a pessoas envolvidas de alguma forma com design, eu recomendo para qualquer um. O design como arte está presente na vida de todas as pessoas, desde que nascemos. O seu berço tinha um determinado design, sua mamadeira, o sofá da sua casa, sua mesa, a estante da tv, os eletrodomésticos da cozinha, na rua você pode observar os carros e seus designs diferentes, as placas e a escolha das fontes para os letreiros. E é isso que o documentário Helvetica mostra com perfeição, as infinidades de placas, letreiros, sinais de aviso, todos escritos com Helvetica.
No Brasil, eu não diria que a Helvetica tenha tanta força muito menos tamanha presença como tem lá fora, isso porque o sistema operacional mais usado no nosso país é o da Microsoft, que desenvolveu a fonte Arial baseada na Helvetica. Nos países onde os designers só trabalham com Macs (você percebe bem no filme que todos os profissionais possuem um Mac), a fonte suíça é muito mais frequente.
O nome da fonte é derivado de Helvetia, o nome latino para Suíça.
A fonte Arial, bastante difundida pelo mundo devido ao fato de ter sido distribuída pela Microsoft em várias edições de seu sistema operacional costuma ser associada à Helvetica, embora seja criticada como uma cópia inferior. Uma maneira fácil de identificar as duas fontes é através da comparação das letras R e G maiúsculos e das letras a, e, r e t minúsculas.

Trecho de uma das entrevistas:
Pensamos que a tipografia é preto e branco. Tipografia na realidade é branco, nem chega a ser preto. É o espaço entre as áreas em preto que forma a tipografia. Num certo sentido é como a música. Não são as notas, é o intervalo entre as notas que compõe a música.
Massimo Vignelli, designer italiano (Helvetica, 2007)
Ainda sobre a Arial, essa fonte foi projetada pela Monotype em 1982 a partir da própria Grotesk (compartilhando as raízes da Helvetica, portanto), mas tomando cuidados especiais para ter exatamente as mesmas proporções e peso da bem-sucedida Helvetica, para que documentos feitos para uso da Helvetica pudessem ser impressos ou visualizados com a Arial sem maiores alterações.
Você pode escrever “eu te amo” com Helvetica, sendo extra light se você quiser parecer mais romântico e com extra bold se for mesmo intenso e apaixonado.
Para ilustrar a frase acima:
imagem via Blog do Edu
Criada para ser uma alternativa à então popular Akzidenz Grotesk (nascida em 1896), a Helvetica alcançou o sucesso rapidamente, e no começo dos anos 80 passou a ser uma das 4 fontes incluídas junto aos interpretadores Postscript originais (em todas as impressoras laser “clássicas” e de primeira linha), bem como ser default no Mac OS, por exemplo – porque a Apple não viu nenhum problema em obter (e pagar) a licença para isto.
Já a Arial, foi projetada pela Monotype em 1982 a partir da Grotesk, mas tomando cuidados especiais para ter exatamente as mesmas proporções e peso da Helvetica.
Mas quando a Microsoft adotou definitivamente o padrão TrueType (no Windows 3.1), ela não seguiu a trilha da Apple, e preferiu adquirir o direito de distribuir a mais barata Arial, do que a original Helvetica. Certamente ela sabia que a maioria dos usuários não perceberia a diferença. Hoje o clone se tornou muito mais conhecido, e certamente há pessoas que, ao conhecer a Helvetica, invertem o sinal e acreditam que ela seja parecida com a Arial.
imagem via: Ex Vertebrum
















