
Genial, genial.
Eu me recuso a concordar com essa reforma inútil. Além de desncessária, a reforma é outra oportunidade para se ganhar dinheiro do contribuinte. Todos os anos, o governo é obrigado a repor 13% dos 103 milhões de livros didáticos distribuÃdos aos alunos da rede pública. São livros que os alunos perdem, rasgam, estragam de qualquer outra forma ou simplesmente não devolvem à escola. Com a nova reforma, esses 103 milhões de livros terão de ser reescridos e revisados. Os textos terão que ser refeitos. A editoras terão que providenciar novos originais. Em vez de repor 13% por ano, o governo terá que repor 100% em um prazo bem curto, já que a reforma deverá estar implantada até 2010. Agora leitor, imagine os gastos para isso.
A falta de bom senso de Lula foi demais desta vez. As mudanças serão adotadas de forma gradual, nos livros escolares, em 2010, sendo obrigatórias a partir de 2012.
Dados do blog de Paulo Moreira Leite.










Considerando que foi um tratado entre todos os paÃses de lÃngua portuguesa e que já vinha sendo preparado há muitos anos, não sei o porquê de pôr os méritos e deméritos na conta do Lula.
Ele não tem nada a ver com a Reforma Ortográfica.
Uma reforma que está guardada no fundo do Baú há 18 anos. 18 ANOS e no governo do lÃngua presa vem a tona? Ah ok.
O Acordo Ortográfico da LÃngua Portuguesa, foi assinado em 1990, por todos os Estados actualmente membros da CPLP (à excepção de Timor-Leste). Portugal assumiu neste Acordo a condição de Depositário. O Acordo original foi seguido por dois Protocolos Modificativos (1998 e 2004). Os signatários que ratificaram o Acordo Original foram Portugal (1991), Brasil (1996), Cabo Verde (Fev. 2006) e S. Tomé e Principe (Dezembro 2006).
Assim, e sendo que o Segundo Protocolo Modificativo foi ratificado, e os competentes documentos depositados por: Brasil (2004); Cabo Verde (Fev. 2006); e S. Tomé e PrÃncipe (Dezembro 2006), nada impede que o Acordo, por força da alteração pelo 2º Protocolo, entre em vigor para os três Estados (Brasil, Cabo Verde e S. Tomé e PrÃncipe) que já procederam ao depósito dos instrumentos de ratificação dos dois textos indicados.
Do entendimento expresso nos parágrafos anteriores resulta que, em bom rigor, o Acordo Ortográfico da LÃngua Portuguesa está em vigor, na ordem jurÃdica internacional e nos ordenamentos jurÃdicos dos três Estados acima indicados, desde 1 de Janeiro de 2007, na sequência do depósito junto do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal, das Cartas de Ratificação da República Democrática de S. Tomé e PrÃncipe, promovida em Dezembro de 2006, via Secretariado Executivo da CPLP