Desde o aviso na semana passada foi uma correria para conseguir converter o vÃdeo em alta resolução e deixá-lo online para quem quiser assistir. Na continuação do post você pode assistir na Ãntegra.
Massimo Vignelli, designer italiano (Helvetica, 2007)
Ainda sobre a Arial, essa fonte foi projetada pela Monotype em 1982 a partir da própria Grotesk (compartilhando as raÃzes da Helvetica, portanto), mas tomando cuidados especiais para ter exatamente as mesmas proporções e peso da bem-sucedida Helvetica, para que documentos feitos para uso da Helvetica pudessem ser impressos ou visualizados com a Arial sem maiores alterações.
Você pode escrever “eu te amo†com Helvetica, sendo extra light se você quiser parecer mais romântico e com extra bold se for mesmo intenso e apaixonado.
Criada para ser uma alternativa à então popular Akzidenz Grotesk (nascida em 1896), a Helvetica alcançou o sucesso rapidamente, e no começo dos anos 80 passou a ser uma das 4 fontes incluÃdas junto aos interpretadores Postscript originais (em todas as impressoras laser “clássicas†e de primeira linha), bem como ser default no Mac OS, por exemplo – porque a Apple não viu nenhum problema em obter (e pagar) a licença para isto.
Já a Arial, foi projetada pela Monotype em 1982 a partir da Grotesk, mas tomando cuidados especiais para ter exatamente as mesmas proporções e peso da Helvetica.
Mas quando a Microsoft adotou definitivamente o padrão TrueType (no Windows 3.1), ela não seguiu a trilha da Apple, e preferiu adquirir o direito de distribuir a mais barata Arial, do que a original Helvetica. Certamente ela sabia que a maioria dos usuários não perceberia a diferença. Hoje o clone se tornou muito mais conhecido, e certamente há pessoas que, ao conhecer a Helvetica, invertem o sinal e acreditam que ela seja parecida com a Arial.
Passando pra agradecer por ter linkado o post Halvetica e o Metro de NYC no LogoBR.
Fico imensamente feliz por saber que o conteúdo do blog está sendo usado por outros membro da rede.
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Ótimo post, e ótimo filme para Designers.
Eu já favoritei o post, pois preciso assistir o filme.
=D
Agora só falta um documentário explicando o surgimento da Comic Sans, a fonte mais odiada do mundo (ou, pelo menos, por mim).
E tem um curta de 7 minutos.
Hey Barba,
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Mais uma vez, obrigado
Grande abraço
Daniel
Já havia ouvido falar no documentário, mas não tinha me interessado.
AÃ vi ele postado aqui, salvei o link para ver qualquer dia desses, e hoje finalmente assisti. Uow… Muito bom mesmo!
Valeu por trazer o documentário!