
Não sei se ajuda, mas tem um vÃdeo na continuação do post com uma canção bem bacana. Eu indico pra ler esse post.
Foi mais cedo do que eu imaginava. Eu não estou dizendo que é o fim dos meus projetos ou o fim da minha vida online. Também não estou com esse papo de suicÃdio. Pra quem leu o about desse blog sabe que a filosofia de vida “Arte e VÃcio” já está comigo há mais de 3 anos.
Lá você pode ler também que eu comecei escrevendo contos e crônicas em blogs e comunidades de literatura. Tentei explicar um pouco sobre como surgiu o apelido Barba e logo em seguida o sobrenome Uonderias.
Fui um apaixonado por design a minha vida toda. Quando comecei, só me interessava pela parte gráfica, mas também já criava sites em 2003. Até 2008 eu não pretendia seguir essa profissão, foi só esse ano que eu decidi estudar e me sustentar como webdesigner e designer gráfico.
Por enquanto a minha maior escola é a empresa onde trabalho. Durantes 2 anos eu cursei Letras na Universidade Federal do Ceará. Ah, esqueci de dizer, eu sou de Fortaleza. Abandonei o curso no final do ano passado. Calma, eu também vou dizer a minha idade.
Sou um cinéfilo que fez de tudo pra trazer MUITO cinema pra esse blog. Os posts mais comentados sem dúvida são os de design, cinema e música.
Aaaaaah, a música! Pra quem me conhece pessoalmente sabe que eu sou músico há 12 anos. Tive muitas bandas, gravei em estúdios incrÃveis, fiz muitos shows aqui na cidade. Hoje minha banda atual se prepara pra lançar o segundo EP, mas não acho que isso seja relevante nesse post de despedida.
Esse blog nunca me gerou muito lucro. Lógico que eu precisava pagar a hospedagem, por isso monetizou da maneira menos agressiva possÃvel. Por respeito aos leitores e por respeito a mim mesmo.
Antes de tudo eu quero pedir desculpas a todos que não desejam o fim desse blog, mas eu tenho algumas considerações a fazer.
Na metade de 2008 até a data de hoje foi o BOOOOM desse blog. Foi quando ele começou a ser bastante veiculado, bastante recomendado em alguns posts, bastante linkado, enfim… Foi o perÃodo em que recebi mais feedbacks. É nesse ponto que quero chegar. É essa exposição toda que eu não esperava ser tão ruim pra mim. Não estou falando que esse blog é o mais visitado ou o que tem mais assinantes, dá pra perceber que não é. O meu maior problema é que com o tempo, cada vez mais pessoas foram apostando no conteúdo que eu trouxe pra cá. Tanta coisa aconteceu pra mim esse ano que, sinceramente, eu não conseguiria suprir e por conseqüência alimentar um blog de cultura por muito tempo.
Eu peço a compreensão de alguns e a paciência de outros. Meus dias estão um caos e minha vida está completamente bagunçada. Se eu não parar agora pra concertar tudo, talvez eu enlouqueça. Pode ser até exagero, mas no fundo eu tenho medo disso.
Por fim, todos os blogs que aqui foram linkados, permanecerão assim como estão. Os blogueiros podem retirar o link e o banner do AV. Fiquem a vontade pra me perguntar qualquer coisa, caso haja alguma dúvida. As categorias continuarão aà pra quem quiser conhecer o arquivo do blog. Os posts também continuarão recebendo visitas do google. Apenas a página principal ficará assim e nenhum outro post será publicado.
Eu não quero mais participar dessa coisa chamada Blogosfera. Eu não quero todos os dias ter que ler pessoas que passam tanto tempo criticando, brigando ou arrumando confusão em blogs e sites. Eu não quero mais ter que comentar em blogs que mais atrapalham o convÃvio online do que acrescentam. Eu não quero mais ler posts de pessoas com inveja, com raiva, com rixas bobas e toda essa carcaça podre que foi sedimentando com o crescimento dessa ferramenta que no inÃcio era bem mais agradável.
Dia 5 de setembro eu deletei as informações como minha idade, nome verdadeiro e outras coisas. Quem não leu, sinto muito.
Esse não é o fim da minha vida blogueira, é só o fim desse blog.
Você ainda pode me encontrar todos os dias no tumblr e me ler reclamando da vida ou falando besteira no twitter.
Por fim, um último vÃdeo pra vocês.
Take all of your wasted honor.
Every little past frustration.
Take all of your so called problems,
Better put ‘em in quotations.
Say what you need to say
Walkin’ like a one man army,
Fightin’ with the shadows in your head.
Livin’ up the same old moment
Knowin’ you’d be better off instead
If you could only…Say what you need to say
Have no fear for givin’ in.
Have no fear for giving over.
You better know that in the end
It’s better to say too much, than never to say what you need to say again.
Even if your hands are shaking,
And your faith is broken.
Even as the eyes are closin’,
Do it with a heart wide open.
(Wide Heart)
Say what you need to say
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Os posts antigos podem ser vistos a partir da página 2.
Grande abraço!

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